galos e serpentes.
A vida acorda a bailarina
que represa a água
numa bacia de louça.
Bailarinas com corda
somem no horizonte.
A água circula viva
banhando pavões,
galos e serpentes.
Bonecas não morrem
mais quebram.
Poeta e arte-educadora "Pássaros criados em gaiolas não acreditam em seus vôos"
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| Fonte: http://www.bloginvoga.com/2013/07/20/vogue-coreia-agosto-2013-lee-hyun-yi-lee-hye-jung-e-mais-por-kang-hyea-won-editorial/ |
Procurou as cores
para se livrar do lado escuro da solidão,
O moribundo não desfalecia de vez.
Teimava em sustentar sua oscilação cardíaca.
Olhava para cadeira
preza no tempo,
- passado, presente e futuro.
Surtado na ira de seu desencanto.
Fragelava-se interpretando seu inconsciente.
A senhora dona da ingênua desgraça,
Nair Morais cativa da terceira cadeira,
congelada e renovada na esperança
de um mundo particular feliz.
A mulher invisível,
paixão frágil do abandono,
que sustentou, não apenas por um momento,
mas toda a sua vida.
Obcecado pariu sua morte,
se fechando na intersubjetividade de suas sensações:
- calou-se!